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As logos, como todos sabem, são imagens que acrescentam significado a uma marca, são a sua “cara”, sua identidade. O “M” amarelo e vermelho do Mc Donalds, a asa da Nike, as três listras da Adidas... Todas essas imagens associam diretamente o consumidor a estes serviços e produtos, dando a eles um valor inestimável.
Se a logo fica desatualizada, não tenha medo de promover mudanças, faça um reposicionamento do design de seu produto. Pratique o desapego, mudando completamente a logo, ou execute pequenos ajustes, caso a ideia inicial esteja coerente com o sua publicação, produto ou serviço. Algumas marcas tiveram que se adaptar ao longo dos anos para que sua imagem fosse associada corretamente a seus produtos. A Nokia por exemplo, uma empresa de telecomunicações, já teve como logo um peixe, que não representava corretamente seus objetivos no mercado.
A logo pode traduzir a empresa ou serviço literalmente, representando fielmente o que é oferecido ou produzido pelo cliente, ou representar sensações e sentimentos que temos ao entrar em contato com aquela marca. Tudo isso vai depender do briefing, onde o cliente expõe suas necessidades e disponibilidades. Projeto, prazo e recursos devem ser coerentes para garantir a boa execução do trabalho. O redesing, que faz parte do reposicionamento de uma marca, não se trata apenas de redesenhar a logo, mas recriar uma linguagem visual que seja coerente com a posição da empresa no mercado.
No processo de redesing, vários aspectos precisam ser observados:
· Crie uma identidade visual que vá além da logo. Materiais gráficos também pode utilizar outras imagens que sejam relacionadas a sua publicação, até mesmo com variação das gamas cromáticas.
· Imagem é tudo! Já dizia o ditado clichê: ela vale por mil palavras. Por isso, invista em grafismos, ilustrações e fotografias que possam ser utilizados na comunicação de sua instituição ou produto.
· A cor acrescenta vida e sentimento a seu projeto. O padrão cromático precisa ser coerente com a instituição ou publicação. Escolhendo a cor exata, muitos consumidores, mesmo diante da cor crua e sem relação alguma com seu produto, farão uma associação imediataentre os dois. Não é assim com o Azul “Bic”, a famosa marca de canetas, e o tom vermelho da Coca-Cola?
· O uso do contraste sempre enriquece uma identidade visual. A utilização harmoniosa de diferentes cores, fontes tipográficas e formas engrandece sua publicação. Uma cor vibrante de fundo é um bom exemplo de contraste interessante.
Além desses exemplos, há inúmeras maneiras de reposicionar uma marca no mercado. São vários os detalhes a serem observados, visto que tudo, quando se trata de design, precisa ter um motivo, um por quê. Outro conselho precioso é elaborar versões alternativasda marca para ser utilizadas em situações em que o uso de várias cores não for possível. Por isso, é preciso atenção ao criar logos em 3D. Nas logos, a fórmula equilíbrio + simplicidade é garantia plena de acerto!
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