Marketing Digital

Atualmente, ao montar um plano de marketing, qualquer empresa que ignore o marketing digital e campanhas nas redes sociais está fadada ao fracasso. É inegável que elas sejam a bola da vez, e não é de hoje, já que elas tem um passado: O Facebook e o Orkut existem desde 2004, já o Twitter foi fundado dois anos depois, em 2006, e juntas, criaram uma nova espécie de consumidor – o consumidor social.
Também tem um próspero presente, vejam os dados:
· 11% de toda a população mundial possui conta no Facebook – em terras brasileiras, são 30,9 milhões de usuários únicos;
· Somente no Brasil o Orkut tem 29 milhões de membros – ou seja, 64% das pessoas que usam a internet no país o acessam;
· O Twitter, por sua vez, tem mais de 225 milhões de membros – que enviam 150 milhões de tweets por dia (são 1736 por segundo!).
Isso sem citar outras redes, como o YouTube, com 92 bilhões de visualizações de página; o Linkedin, o Flickr, os blogs... Mas, depois desse sucesso já consolidado, qual será o futuro das redes sociais?
Em um breve futuro, as redes sociais precisarão entender o perfil de cada consumidor de uma maneira segmentada. Além de vender, as empresas que utilizam essas redes como uma forma de contato direto com seus clientes precisarão ter laços estreitos com cada um deles. E, se refletirem que as mulheres são maioria na internet (55%, contra 45% de público masculino), devem fazer isso com afetividade, visto que está provado que elas são muito mais emotivas – e, para a alegria do e-commerce – impulsivas que os homens.
Essa afetividade está sendo refletida pela sigla BOI – Benefícios no Investimento, uma evolução do ROI – Retorno sobre Investimento. Traduzindo para o marketing digital, as empresas precisam focar em ganhos intangíveis para o cliente, em detrimento de apenas exigir retorno financeiro em suas ações. O lado humano é quem ditará as regras nas redes sociais: serão pessoas falando para pessoas, de igual para igual, e não máquinas tentando forçar vendas.
Para que as redes sociais continuem com o crescimento estrondoso que possuem – o Facebook, por exemplo, aumentou 100% seus acessos em um ano – as empresas precisarão entender a web além das vendas. Investir no relacionamento com o consumidor é muito mais proveitoso do que apenas disparar conteúdos aleatoriamente. Poliana Oliver, coordenadora de mídias sociais, explica: “Se você não tem o que tuitar, não tuite. É melhor não falar nada do que falar besteira”. Isso ajudaria a diminuir as taxas de rejeição no Brasil, que, hoje, são absurdas: 98%.
Tweetar |
|





